quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Livros apócrifos (1)

De Malaquias (cerca de 400 a.C.), a última voz profética do Antigo Testamento, ao advento de Jesus, houve uma suspensão da revelação divina que se desenvolveu na produção das Escrituras canônicas. Resultando a conclusão e delimitação do cânon hebraico. Segundo Josefo, historiador judeu da segunda metade  do século I d.C., isso aconteceu no reinado de Artaxerxes I Longímano, 465-424 a.C.

Definindo termos

Apócrifo: No grego clássico, a palavra apocrypha significava "oculto" ou "difícil de entender". Posteriormente, tomou o sentido de esotérico, ou algo que só os iniciados podem entender, não os de fora. No sentido religioso, o termo significa "não genuíno". Existem quatorze livros chamados apócrifos (quinze se a Espístola de Jeremias for separada de Baruque). Com exceção de 2 Esdras, esses livros preenchem a lacuna existente entre Malaquias e Mateus e compreendem especificamente dois ou três séculos antes de Cristo. Jerônimo, que viveu no quarto século, foi o primeiro a chamar de apócrifo esse grupo de livros.

Pseudepígrafes ou pseudepígrafos: Literalmente significa "falsos escritos". São composições religiosas escritas sob falsa alegação de autoria durante o período de 200 a.C. a 200 d.C., atribuídas a personagens notáveis do AT, como Adão, Enoque, Noé, Moisés, Sofonias, Baruque, etc. Diferentemente dos apócrifos, nunca foram aceitos por ninguém como canônicos. Este estudo não tem como foco a literatura pseudepigráfica, mas a apócrifa.

Cânon: A palavra kanon, do grego, originalmente significava um caniço ou vara de medir. Na realidade, indicava "aquilo que mede", ou seja, um padrão, norma ou regra; especificamente, "aquilo que é medido" por esse padrão ou norma. Os livros que foram medidos pelo padrão ou teste da inspiração e autoridade divina, sendo proclamados "inspirados por Deus", foram incluídos no "cânon".

Canônico: Que está de acordo com o cânon. Em relação aos 66 livros da Bíblia hebraica e evangélica.

Quais são os livros apócrifos?

São 10 livros e 4 acréscimos a livros. Após o Concílio de Trento, a Igreja Romana passou a aceitar onze ( 7 livros e os 4 acréscimos). A Igreja Ortodoxa grega mantém os 14 até hoje.

Os dez livros apócrifos são:
1 Esdras*
2Esdras*
Tobias
Judite
Sabedoria de Salomão
Eclesiástico
1 Macabeus
2 Macabeus
Baruque
A Oração de Manassés
 
*1 e 2 Esdras podem ser chamados também de 3 e 4 Esdras porque nas Bíblias de edição católico-romana o livro canônico de Esdras é chamado de 1 Esdras; o livro canônico de Neemias é chamado de 2 Esdras.

Os 4 acréscimos são:
Ester (a Ester, 10.4-16.24)
Cântico dos três santos filhos (a Daniel, 3.24-90)
História de Suzana (a Daniel, cap. 13)
Bel e o dragão (a Daniel, cap. 14)

Leia a segunda parte: Livros apócrifos (2)
 
Marco Antonio da Silva Filho

terça-feira, 23 de agosto de 2011

sábado, 20 de agosto de 2011

Lições Bíblicas Juvenis — Como lidar com as riquezas

"Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam" (Mt 6.20).

O valor dos bens terrenos

Os bens materiais não são o verdadeiro problema, porém os proclamadores da "teologia da prosperidade" chegam a afirmar que o cristão somente é abençoado se for próspero materialmente, e que a pobreza é sinal de maldição; dizem até mesmo que Jesus era muito rico. Não encontramos respaldo bíblico para isso.

A Bíblia não trata, de forma alguma, os pobres com desprezo, como se fossem amaldiçoados. Ao invés disso, ela mostra verdadeiro cuidado e preocupação com os que têm poucas posses de bens materiais: "Pois nunca deixará de haver pobres na terra; por isso, eu te ordeno: livremente, abrirás a mão para teu irmão, para o necessitado, para o pobre na tua terra" (Dt 15.11). Jesus e Paulo tiveram esse cuidado com os pobres (Mc 14.7; 1 Co 11.22; Gl 2.10).

No que diz respeito a afirmar que Jesus foi um verdadeiro milionário, podemos ler que: quando Jesus foi apresentado no templo, José e Maria entregaram ao sacerdote a oferta daqueles que tinham poucas posses— um par de rolas ou dois pombinhos (Lc 2.24; confira Levítico 12.8). Por não serem ricos, os pais de Jesus seriam amaldiçoados? Claro que não! Quando perguntado se era lícito pagar tributo a César, Jesus pediu que o trouxessem um denário para que pudesse ver a moeda. Tal fato mostra que Jesus não possuía sequer uma moeda. Entre muitas outras referências que poderiam ser citadas.

O erro está, não em possuir bens materiais, mas em colocar neles o coração. Tornando a riqueza como principal objetivo, por isso Jesus disse: "Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam" (Mt 6.19).

O valor dos bens eternos

"Mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde a traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam" (Mt 6.20). Devemos atentar para aquilo que é eterno, ou tem consequências eternas. Paulo escreve a Timóteo que muitos cobiçaram, por amor ao dinheiro, e se desviaram da fé e passaram por muitas dores. "Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão. Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual foste chamado" (1 Tm 6.10-12).

O que a Bíblia fala sobre "fazer fortuna"?

O foco de cada cristão não é a "fortuna". O seu alvo é Cristo, contudo ter Cristo como alvo não significa uma poupança com vários dígitos. O que acontece é que "muitos são atraídos para mesa do Mestre não para ter comunhão e intimidade com ele, mas para desfrutar do que está sobre ela".

O pastor Charles R. Swindoll escreveu: "Falando de forma geral, há dois tipos de testes na vida: a adversidade e a prosperidade. Dos dois, o último é o mais difícil. Quando a adversidade chega, às coisas se tornam simples; o alvo e a sobrevivência. E o teste de manter o básico, como a comida, roupa e moradia. Mas quando a prosperidade chega, cuidado! As coisas se complicam. Todos os tipos de tentações sutis chegam também, exigindo satisfação. É em tal circunstância que a integridade da pessoa é colocada à prova."

a) As riquezas podem roubar o coração. "Porque, onde está o teu tesouro, aí estará o teu coração" (Mt 6.21). Muitos, por amor ao dinheiro, estão esquecendo-se do amor a Deus. Jesus não está contra os ricos e prósperos, entretanto, mostra que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Tm 6.10). Por muito amarem o que é terreno, estão esquecendo-se do que é celestial.

b) As riquezas podem roubar a visão espiritual. "A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas" (Mt 6.22,23).  Nossa visão deve estar centrada em Cristo. Quando a visão de alguém tem as riquezas como centro, fica difícil enxergar a Cristo. Portanto, irmãos, vamos manter nosso foco em Jeová Jirê, o Deus que provê e supre as nossas necessidades.

c) As riquezas podem roubar a fé em Deus. "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom" (Mt 6.24). Mamom é uma palavra aramaica que significa riquezas, estas podem se tornar um deus para alguns. O amor e a dedicação as riquezas chegam a torná-la um ídolo, ocupando um lugar no coração, que só poderia pertencer a Deus.

Como lidar com as riquezas

Ser próspero é pecado? Ter muito dinheiro é errado? Não. É perigoso. Na Bíblia, podemos ver homens de Deus que foram prósperos: Abraão, Davi, Jó, Salomão... Contudo, eles souberam administrar essa benção de Deus, não havia ganância, ambição. Para lidar com as riquezas, é necessário viver uma vida controlada pelo Espírito Santo, que produzirá seu fruto (Gl 5.22,23).

E quando a situação não estiver favorável, devemos confiar em Deus do mesmo modo que o profeta Habacuque: "Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação" (Hb 3.17,18).

Marco Antonio da Silva Filho


Também disponível no Portal ADALAGOAS



Referências
Dicionário da Bíblia de Almeida;

J. Dwight Pentecost. O Sermão da Montanha;

Paulo Romeiro. Super Crentes.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Avareza: os dois mendigos

Conta uma história que havia dois mendigos que cresceram juntos e eram amigos inseparáveis. Desde crianças nunca se separaram e agora, idosos, viviam correndo o mundo.

Certo dia, passaram perto de uma ponte e viram uma corrente se desenterrando bem no barranco do rio e, como os mendigos vivem fuçando aqui e ali, eles acabaram desenterrando a corrente e puxaram-na com força.

Na ponta da corrente, de dentro do rio, apareceu um baú enorme, contendo um tesouro muito grande. Depois de muito festejar, eles combinaram que iriam repartir o tesouro. Quando ambos foram carregar as suas partes, não aguentaram, pois há muitos dias não se alimentavam e estavam fracos.

O que parecia mais esperto dos dois teve uma ideia: — Ora, amigo! Nós agora somos imensamente ricos. Pegue um pouco de ouro, vá até a cidade e compre comida para nós. Eu ficarei cuidando do nosso tesouro. O outro não achou má ideia, porém, ao sair, teve um pressentimento: — E se ele fugir com o tesouro? Não, ele não vai fazer isso... somos amigos há muitos anos!

Foi-se para a cidade e à tardinha voltou trazendo uma refeição forte e gostosa para o amigo. Viu o tesouro, mas não enxergou o amigo. Onde estaria? Depois de chamá-lo pelo nome várias vezes, ele apareceu traiçoeiramente com um punhal, que cravou bem sobre o coração do amigo.

Seus olhos brilharam.

— Agora o tesouro é só meu. Se antes eu podia comprar dezenas de casa com a metade, agora posso comprar uma cidade inteira com tudo. Toda aquela maquinação contra o amigo, causara-lhe mais fome ainda. Apanhou a comida que o amigo trouxera e comeu à vontade. Descansou um pouco, apanhou o baú com o tesouro e foi-se. De repente, sentiu-se mal. A sua visão escureceu-se e ele tombou morto, espalhando aquele tesouro em terreno arenoso.

Conclusão: o amigo havia tido a mesma ideia que ele, de ficar com todo o tesouro, por isso colocara veneno na comida. O avarento sempre tem um fim trágico...¹

"Por que o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores" (1 Tm 6.10).


Marco Antonio da Silva Filho


¹ Extraído do livro Ilustrações - Jogando luz no sermão, de Josué Gonçalves

sábado, 13 de agosto de 2011

Lições Bíblicas Juvenis — Oração e jejum: as armas do cristão

"Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará" (Mt 6.6).

A oração

A oração cristã, que é a comunicação com Deus, inclui todas as atitudes do nosso espírito (louvor, adoração, ações de graça, arrependimento, confissão, intercessão, petição e consagração). Estamos orando quando louvamos, quando agradecemos, quando pedimos, e também quando confessamos. A oração dos retos é o contentamento do Senhor, mas ele abomina o sacrifício dos perversos (Pv 15.8).

a) A oração verdadeira não é um rito. A oração não é apenas a repetição vã de palavras. A oração do cristão não é mecânica. Jesus disse: "orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos" (Mt 6.7). O Senhor está próximo daqueles que têm o coração quebrantado (Sl 34.18). Invocar ao Senhor não requer uma linguagem rebuscada, bem complicada. John Bunyan, autor do famoso livro O Peregrino, disse: "Na oração, é melhor ter um coração sem palavras do que palavras sem um coração".

b) A oração verdadeira é pessoal. "E quando orares não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens" (Mt 6.5). Então é errado orar publicamente? Não! Se fosse, o que seria dos cultos públicos. Veja o que Paulo disse a Timóteo: "Quero, portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas" (1 Tm 2.8), sabendo que isso deve ser feito "sem ira e sem animosidade". Jesus fala contra a motivação real dos hipócritas, que era aplausos e fama. Eles queriam isso e conseguiram, então, "já receberam sua recompensa".

O modelo da oração verdadeira

Jesus nos mostrou um modelo de oração, não para repeti-lo várias vezes, como um ritual, mas para mostrar o que a nossa oração deve ter, o seu objetivo:

1. Reverenciar e exaltar a Deus: "Pai nosso, que está nos céus, santificado seja o teu nome"
2. Buscar a vontade de Deus: "Venha o teu reino"
3. Reconhecer a dependência de Deus: "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje"
4. Almejar a pureza e santidade: "Perdoa-nos as nossas dívidas, assim com nós temos perdoado aos nossos devedores"

A importância do verdadeiro jejum

Jejum é a abstinência parcial ou total de alimentos por certo tempo. O jejum é voluntário, não forçado. A prática do jejum não atinge seu objetivo quando é feita com exibicionismo. Assim faziam os fariseus: jejuavam duas vezes por semana (Lc 18.12), na segunda e na quinta-feira, porém sua motivação não era nobre. O jejum deve glorificar a Deus, não pode ser feito somente com interesses próprios (Is 58.3-7). A prática do jejum fazia parte da igreja primitiva (At 13.2,3; 14.23). O jejum, juntamente com a oração, é praticado pelos cristãos, sendo uma maneira de demonstrar submissão e amor a Deus.

Marco Antonio da Silva Filho

Disponível também no Portal ADALAGOAS


Referências

Buckland. Dicionário Bíblico Universal;

Ivaldo Cruz e José Antônio dos Santos. Pequeno Dicionário de Teologia e Temas Bíblicos;

Dicionário da Bíblia de Almeida;

J. Dwight Pentecost. O Sermão da Montanha.

http://www.estudosdabiblia.net/d17.htm

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Boa música (2)

A canção Autor da minha fé possui letra belíssima. Bem conhecida. Escuta de novo! Louva a Deus!




Oh Pai, queria tanto ver o meu Senhor descer vindo me encontrar
Eu posso até imaginar a refulgente glória, do Senhor Jesus
Transpondo as brancas nuvens, no mais puro azul
Onde nem sul, nem norte existirá
E em meio a lágrimas, sorrisos de alegria e de prazer
Eu que era cego, agora posso ver, contemplar, contemplar enfim…
Por isso eu canto glória.
Glória, glória, ao autor da minha fé
Glória, glória, ao autor da minha fé
Oh Pai, eu queria tanto ouvir. o som que vai abrir
O encontro triunfal
Rever amigos que, um dia em Cristo foram, feitos meus irmãos
E agora sim, podemos dar as mãos, pois temos todos um
Somente um, um só Senhor.
E eis o consolo que envolve a minha vida, o meu senhor Jesus
Que foi morto sim, naquela cruz
Voltará, voltará enfim…
Por isso eu canto glória.
Glória, glória, ao autor da minha fé
Glória, glória, ao autor da minha fé
Glória ao Senhor
Glória ao Senhor
Glória ao Senhor
O autor da minha fé
Glória ao Senhor…

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Beijo de língua é pecado?


Beijo de língua: o beijo de língua (português brasileiro) ou linguado (português europeu) (também chamado de beijo francês em alguns países) é uma forma de beijo de forte conotação erótica, em que os parceiros fazem movimentos mútuos com a língua um do outro. Embora sejam comuns dentro da família os beijos nos lábios (popularmente conhecido como "selinho" ou "bate-chapas"), um beijo usando a língua quase sempre indica algum relacionamento de ordem romântica, podendo ter ou não compromisso - nesse último caso, diz-se popularmente que os parceiros são ficantes.

O beijo de língua estimula os lábios, a língua e a boca, que são áreas muito sensíveis ao tato, e de maneira geral as pessoas consideram algo muito prazeroso e altamente íntimo. É também bastante freqüente antes das relações sexuais e mesmo durante. Diferentemente de outras formas de beijo, o beijo de língua tende a ser prolongado, intenso e apaixonado.

Devido à intimidade associada, o beijo em público é considerado falta de educação em muitos lugares do mundo. Em lugares como Israel, o beijo de língua é culturalmente considerado indecente. No beijo de língua, os parceiros trocam saliva, o que em outras circunstâncias é considerado algo delicioso e nesse caso pode servir para aumentar a excitação. Embora a maior parte das doenças sexualmente transmissíveis não é transmitida através do beijo, é possível contrair algumas doenças por meio dessa prática, como é o caso da mononucleose infecciosa. A cada beijo, são transmitidas em torno de 250 mil bactérias. O dia do beijo de língua é comemorado aos 13 de abril. No beijo são movimentados 29 músculos da face. Estima-se que em toda vida as pessoas dão cerca de 24 mil beijos. Além de tudo isso um beijo de língua tem o poder de queimar até 12 calorias em 10 segundos.

A pergunta aqui é: se é pecado ou não, mas o correto seria: É CONVENIENTE para um cristão o beijo de língua? Creio que todos conheçam a diferença entre LICITUDE E CONVENIÊNCIA. Logo não trataremos disso. O segredo é usar o bom senso, você é solteiro, noivo ou casado? Qual a sua estrutura de fé, seu equilíbrio diante dos desejos naturais? Você é um experiente bombeiro e consegue dominar bem o fogo?! Mas saiba que para que haja a necessidade da brigada de incêndio é porque avaliou-se que existe um risco. E para existir o fogo foi necessário a presença dos elementos que podem gerar um princípio de incêndio (de grande ou pequenas proporções). Muitos por brincar com fogo ou por querer apagar o fogo se queimaram e até escondem as queimaduras, mas o cheiro de fumaça continua nas roupas. Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes.

Leiam o texto completo — tudo de bom e use o bom senso.
Chegou o momento de tratarmos esse assunto dentro de um contexto Bíblico, utilizarei um pouco dos comentários apresentados. Quero lembrar que estamos falando única e exclusivamente de beijo de língua.

COMENTÁRIO “X”:
“Acredito que tudo exagerado é perigoso. É preciso que lembremos que somos crentes, mas acredito que não é pecado, desde que saibamos impor os limites”.

COMENTÁRIO “Y”
“O problema não é beijar e sim como isso é feito, qual a intenção, e até onde vai o beijo... Agora quando o beijo e dado com responsabilidade e com limites não tem problema nenhum na minha opinião.”

Não entendi, impor limites ao que? Ao beijo de língua? Como assim, deixar acontecer regulando a intensidade, a duração ou a reação conseguinte dos efeitos eróticos do ato do beijo de língua?

Vamos imaginar:
• Naturalmente o beijo de língua por si só é extremamente excitante (há um aquecimento natural, uma movimentação louca de hormônios);
• Os músculos da língua possuem características no corpo humano como um dos órgãos mais excitantes;
• No fastígio desse beijo há uma estimulação natural da libido;
• É um beijo de característica erótica e afogueada;
• O desejo de se tocar aumenta, a desconcentração quanto a responsabilidades nos atos diminui, pois surge o desejo desenfreado de sentir o outro de maneira mais ardente.

A pergunta a esse comentário é: como controlar o fogo próximo da pólvora? Ou: como apagar o fogo que iniciou? A melhor forma de impedir um incêndio é não deixar juntar os elementos necessários para um principio de incêndio, principalmente quando não sabemos dimensionar as conseqüências. Pergunto: você sabe? A melhor coisa é não iniciar, pois o exagero pode vir como consequência de um descuido. Quanto à por limites ao que naturalmente não podemos vencer, pois para o mesmo acontecer foi necessário alimentar é brincar com os desejos naturais de nossa natureza o que nem sempre traz coisa boa. Pois não é bom brincar com fogo achando que sempre estará no controle; mais cedo ou mais tarde haverá uma queimadura, apesar de que muitos têm procurado ocultar, mas o cheiro da fumaça o denuncia.

Tudo tem o seu tempo. A melhor coisa é esperar o tempo próprio. Uma pesquisa realizada pela atitude 434 mostrou que cerca 60% dos jovens solteiros evangélicos no Brasil possuem vida sexual ativa, ou seja, a cada 100 jovens na igreja 60 estão praticando fornicação. Impor limites é dever e não opção! Fugir da aparência do mal é Mandamento Bíblico e não dogma instituído por um grupo religioso ou fanático.

Quanto à questão da frase “O problema não é beijar e sim como isso é feito...”, respondendo a essa abordagem verifiquemos a explicação anterior, pois aqui é apresentando a seguinte sugestão: "tudo depende de aonde se quer chegar", ou seja, "o que desejo?", na verdade a opinião “Y” trata mais uma vez de controle, de impor limites, será mesmo isso eficaz para controlar meus instintos naturais de libido? Impor é resistir, é fazer resistência a algo a alguma coisa, é criar barreiras a algo ou a alguém. É como se eu chegasse para alguém e falasse:
"Podemos se beijar de língua imaginando a lua,
Pensando numa cachoeira,
Pensando em vários passarinhos ou pensando na vinda de Jesus, ou seja, tenho total domínio sobre a situação".

Quanta ignorância! Somos seres humanos dotados de desejos que, no seu tempo oportuno, é muito bom, mas fora de tempo poderão ocorrer coisas catastróficas, só isso. Estamos abordando um dos beijos mais excitantes e eróticos existentes dentro do relacionamento a dois. Lembremos: o sexo é abençoado por Deus e instituído por Deus para que homem e mulher usufruam exclusivamente dentro do matrimônio.

Mas o assunto aqui é beijo de língua, e não um simples beijo entre casais de namorados.
Vamos ler: “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4.7).
Compare com o texto: “Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo” (1 Corintios 6.18). “Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor” (2 Timoteo 2.22).

Comparou? Que bom! Em matéria de carne o melhor é fugir, e não resistir, a Bíblia ordena resistir ao diabo e fugir das paixões da mocidade. O que tem ocorrido é que muitos ao invés de fugir, imaginam que imporão limites: "desde que não haja penetração, o resto é lucro", pensam.

O grande erro de muitos é achar que podem se dar ao luxo de resistir às paixões e/ou desejos, o que é um engano e contrário ao princípio Bíblico que nos instrui a fugir, e não impor limites ou resistir. “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o de acordo com a tua Palavra” (Salmos 119.9). O segredo é viver conforme a Palavra — não adiantam especulações — avalie a história de José:  “Ele, porém, deixando as vestes nas mãos dela, saiu, fugindo para fora” (Gênesis 39.12).

Tem gente que gosta de correr o risco, de viver em aventura, pois é mais gostoso. Se o marinheiro soubesse como evitar a tempestade, ele faria de tudo para não correr o risco de passar por ela. Marinheiros cuidadosos não têm o desejo de ver quão perto da areia movediça podem navegar, nem de ver com que frequência podem tocar uma rocha sem que a água entre no barco. Seu alvo é se manter tão distante do perigo o quanto for possível e navegar no meio de um canal seguro. Hoje, talvez eu esteja exposto a grandes perigos. Preciso ter a sabedoria de uma serpente para manter-me distante deles e evitá-los. É verdade que eu posso ser um aparente perdedor ao rejeitar más companhias, más conselhos e concretização de desejos carnais, porém, é melhor deixar a capa do que perder o caráter (ver Gênesis 39.12).

Não é necessário que eu seja rico, mas é imperativo que eu seja puro. Nenhum laço de amizade ou correntes que me prendem ao engano da beleza, nenhum momento de talento carnal me afastará da sábia resolução de fugir do pecado. Tenho de resistir ao diabo; assim, ele fugirá de mim (ver Tiago 4.7). E tenho de fugir das concupiscências da carne, pois, do contrário, elas me vencerão.

Por que José venceu? Porque esteve pautado nos moldes da vontade de Deus (PALAVRA). Assim como para um sábio marinheiro o melhor é navegar pelo canal seguro, para o cristão o melhor é andar entre as pautas das Sagradas Escrituras. Resista o diabo, e ele fugirá de vós – Mas das paixões ou concupiscências da carne fuja; a não ser que você seja um robô. "Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra; Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus." (1 Tessalonicenses 4.4-5) Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria. (Colossenses 3.5)

Beijo de língua é bom, mas o tempo é para o período do casamento. Porém nem todos têm a mesma estrutura de fé. “Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Rm 14.22,23). Quanto a casados, se achar que não deve, não faça; aos solteiros aconselho que espere para o tempo do casamento. Pois o prazer sexual Deus concedeu para ser usufruído no matrimônio. Por que escrevo assim? Comecei esse parágrafo falando que é bom, e se é bom, é prazeroso e excita logo ativa os mais profundos desejos dentro do âmbito sexual e tais sentimentos devem ser reservados para serem explodidos e/ou expostos ou ainda explorados no matrimônio. Então o melhor é esperar, fugir, não brincar, mas conserva-se puro.

Espere para o casamento. Se não conseguir é porque não tens domínio. Logo, falar em controle ou em por limites é demagogia. E se assim vivemos é por que somos humanos, logo padeceremos tais dores da mocidade; por isso o melhor é fugir. Entendeu?! Lemos no livro de Provérbios "Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias." (Pv  5.18-19).

Vejamos:

Carinho: afago, cuidado, meigo. Na verdade há um conceito errado de carinho. Os namorados confundem carinho com carícias. No namoro deve haver muito carinho e pouca carícia. O tempo de namoro é do carinho, o do noivado é o do começo das carícias e o tempo de casados é das carícias preparando para o ato sexual. O carinho produz e desperta o amor. As carícias produzem erotismo e despertam o desejo sexual. O final de um carinho é um forte sentimento de amor, o final de uma carícia é o orgasmo, ou ato sexual ou ativação da concupiscência, a não ser que o individuo seja um ET. 

Dicas práticas de carinho: um meigo olhar, um afagar de cabelo, um presente, ser gentil e educado, um toque no queixo, brincar com o nariz, não só ficar de mãos dadas, mas fazer carinho nas mãos, elogiar, etc. O carinho cabe nas amizades, namoros, noivados e no casamento.

Carícia: apalpar, alisar, contato com a pele do corpo para fins sexuais. Segundo Dr. Fritz Kahn, acariciando-se a pele, principalmente em regiões erógenas como: seios, nádegas e órgãos sexuais, provoca-se uma excitação nervosa, como carga elétrica, que aumenta conforme os estímulos ritmados das carícias, até o ponto máximo do orgasmo (Nossa Vida Sexual). A carícia tem como objetivo principal preparar o corpo para o ato sexual. Depois que a pessoa está excitada ela não tem condições de agir pela razão, agindo assim pelos seus instintos. É difícil alguém interromper uma ação depois de estar excitado.

Beijo: a boca é a mais importante zona erógena depois dos órgãos sexuais. Ela tem quatro estímulos de excitação: táteis, térmicos, olfativos, gustativos. O beijo simples (no rosto, mãos, etc.) mostra afeto e carinho. O beijo bocal (prolongado nos lábios) mostra desejo forte. O beijo nos lábios é a carícia mais excitante antes do ato, aliás, é a preparação última para o ato sexual e durante. Se você ainda não é casado espere um pouco; e se aparecer alguma oportunidade, fuja, pois é melhor “perder a capa” do que a intimidade com o Espírito Santo. 

Princípio de plantar e colher

Faz-se os buracos com o polegar para se plantar sementes de ameixa.
"Nasceu um monte de ameixeiras!!! Mas por que? Eu odeio ameixas! Tinha esperança de que nascessem maçãs!... mas plantei ameixas." Quando se fala em uma semente, deve-se hoje mesmo imaginar a árvore e seus frutos: as consequências. Raciocine e seja prudente. Seja sábio!

PENSE NISSO E TIRE SUAS CONCLUSÕES.

sábado, 6 de agosto de 2011

Lições Bíblicas Juvenis — Ajudando os necessitados

"Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé." Gálatas 6.10

Os pobres nos tempos de Jesus
 

Os pobres existem desde a antiguidade. Jesus disse que "os pobres, sempre os tendes convosco" (Mt 26.11). Contudo também existiram aqueles que negligenciaram auxílio aos mais necessitados. Jesus contou que certo homem que se vestia de linho finíssimo e de púrpura (tecido caro usado pelos antigos como símbolo de riqueza e de alta posição social) permitia um mendigo ficasse em sua porta procurando alimentar-se das migalhas. Isso acontece porque o coração de muitos é movido por avareza e maldade (Mc 7.21,22).

Na parábola do bom samaritano (Lc 10.25-37), vemos que muitos líderes religiosos passam de largo quando veem os feridos e necessitados. "A justiça do sacerdote, que representa a suprema autoridade religiosa, e a do levita (que trabalhavam em parceria no templo a serviço de Deus) ainda que zelosos no cumprimento da Lei, omitem o verdadeiro "amor de Deus" (Lc 11.42) e passam "de largo" (pelo outro lado da estrada) para evitar um contato frontal com aquele ser humano (semelhante e próximo) mortalmente ferido.

Compaixão + ação
 

Não é só sentir compaixão, misericórdia e não fazer nada. Em 1 João está escrito: "Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade." Não se pode ficar parado nem somente falando. Jesus, que é o nosso maior exemplo, possuía um bolsa com dinheiro para distribuir aos pobres. Paulo disse: "Por meio de todas as minhas realizações, tenho-vos mostrado que, mediante trabalho árduo, devemos cooperar com os necessitados, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus: 'É mais bem-aventurado dar do que receber'" (At 20.35, KJV).

Enquanto muitos não ajudam os pobres, outros até ajudam, mas com o objetivo de ganhar prestígio e honra diante dos homens (Mt 6.2). Jesus nos ensinou que devemos dar esmola com uma humildade verdadeira, porque a esmola que foi dada em oculto, será recompensada pelo Pai que, em secreto, viu.

Pregar a Palavra de Deus aos pobres, a melhor ajuda
 

O cristão deve ajudar ao próximo sem esquecer do mais importante: a pregação do evangelho. Através do evangelho o homem conhece a salvação na Pessoa de Jesus. Uma vida farta de bens na terra não irá salvar ninguém. Mas crer em Jesus Cristo, sim. O seguidor de Cristo leva as boas novas; as boas novas falam do reino de Deus, da salvação e do perdão de pecados por Jesus Cristo, o Salvador do mundo.

A pregação da Palavra deve ter prioridade
 

A verdadeira pregação da Palavra deve ter prioridade! Muitos estão espalhando falsos evangelhos como a falaciosa Teologia da Prosperidade dizendo, em resumo, que todos os crentes devem ser ricos, convencendo muitos: que engano! O cristão prioriza os tesouros no céu e não os tesouros terrestres. Mesmo que neste mundo passe por aflições, obterá consolo eternamente, do mesmo modo que o mendigo Lázaro.

O ser humano é salvo pela graça, mediante a fé; e isso não vem dele próprio, mas é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie (Ef 2.8,9). Ajudar os necessitados ou qualquer obra humana não pode salvá-lo. Entretanto, o cristão foi salvo para as boas obras (Ef 2.10). O crente faz boas obras, não para ser salvo, mas porque já é salvo.

Marco Antonio da Silva Filho


Disponível também no Portal ADALAGOAS
 
Referências:

Esequias Soares. Manual Básico de Missões e Evangelismo;

Buckland. Dicionário Bíblico Universal;

Novo Testamento com Salmos e Provérbios King James;

Dicionário da Bíblia de Almeida.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Hoje é meu aniversário!

Sim! Estou completando 18 anos! Agora sou maior de idade. Agradeço a Deus por ter me sustentado até hoje. Tenho aprendido muito, mas sinto que ainda foi muito pouco. Em 18 anos, se passa por muita coisa. Há alguns dias, fui me apresentar ao exército, porém fui dispensado por excesso de contingente. Desde maio, sou professor da EBD, dos juvenis. Estou cursando Eletrotécnica. Namorada? Ainda não. Mas eu #escolhoesperar.

Contudo, o cristão não vive acima de tribulações e provas. Em 2010, fui assaltado: levaram meu celular. Matthew Henry foi assaltado, certa vez, e escreveu uma oração. Faço uma paráfrase: "Quero agradecer em primeiro lugar, porque eu nunca fui assaltado antes. Em segundo lugar, porque levaram o meu celular, e deixaram a minha vida. Em terceiro lugar, porque, mesmo que tenham levado tudo, não era muito. Finalmente, quero agradecer porque eu fui aquele que foi roubado, e não aquele que roubou". Não se passaram duas semanas, e meus colegas me fizeram uma surpresa com um novo celular! Esse ao lado!

Eu assistindo a um filme em 
3D como se fosse um normal
Nunca vou saber como é o efeito 3D, pois nasci com estrabismo. O site mundo da Óptica diz: O estrabismo, doença que no Brasil atinge de 2 a 5% das crianças, limita a visão em 3D, recurso que vem ganhando espaço no cinema, sobretudo na produção de filmes infantis. “O estrábico não consegue enxergar a mesma imagem com os dois olhos ao mesmo tempo e esta deficiência, o impede de ver em 3D”.

Meu pai não está mais comigo: ele se foi ano passado. Entretanto, tenho a certeza que irei reencontrá-lo um dia, pois ele partiu e está com Cristo, o que é incomparavelmente melhor (Fp 1.23). Aprendi com ele a amar a Bíblia, e que ela é a Palavra de Deus. Herdei dele a paixão pelos livros (Tenho comprado tantos, que minha mãe diz que na casa não vão caber tantos livros). Cabe aqui a frase de Spurgeon: “Meus livros são minhas ferramentas. Também servem como meus conselheiros, minha consolação e meu conforto”.

Somente por Cristo tenho a vida, portanto agradeço a Deus com trechos de alguns salmos (18; 116; 103; 90):

"Eu te amarei, ó SENHOR, fortaleza minha. O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.

Piedoso é o SENHOR e justo; o nosso Deus tem misericórdia. O SENHOR guarda aos símplices; fui abatido, mas ele me livrou. Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o SENHOR te fez bem. Porque tu livraste a minha alma da morte, os meus olhos das lágrimas, e os meus pés da queda.

Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. Ele é o que perdoa todas as tuas iniqüidades, que sara todas as tuas enfermidades, Que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia, Que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.

SENHOR, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração. Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, mesmo de eternidade a eternidade, tu és Deus. Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando. Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios".

Marco Antonio da Silva Filho
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